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	<title>Andar da Crítica</title>
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		<title>Andar da Crítica</title>
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		<title>Angélica Coronel mostra a importância das TVs públicas e estatais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 02:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talitabrid</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Angélica Coronel durante a palestra, ao lado de Victor Folquening. Encerrou nesta quinta-feira (2) o II Ciclo de Debates sobre Jornalismo e Novas Produções Universitárias na UniBrasil. A palestra foi dirigida pela mestre em Ciências da Comunicação Angélica Coronel, que possui experiência em TVs públicas. Trabalhou durante sete anos na TVE do Rio Grande do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=111&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://andardacritica.files.wordpress.com/2008/10/getattachment1.jpg"><img class="size-full wp-image-110" src="http://andardacritica.files.wordpress.com/2008/10/getattachment1.jpg?w=450" alt="Angélica Coronel durante a palestra ao lado de Victor Folquening"   /></a></dt>
<dd>Angélica Coronel durante a palestra, ao lado de Victor Folquening.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Encerrou nesta quinta-feira (2) o II Ciclo de Debates sobre Jornalismo e Novas Produções Universitárias na UniBrasil. A palestra foi dirigida pela mestre em Ciências da Comunicação Angélica Coronel, que possui experiência em TVs públicas. Trabalhou durante sete anos na TVE do Rio Grande do Sul e hoje é repórter da TV NBR de Brasília.<span id="more-111"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Durante a palestra, que começou às 9h no audotório 4, a repórter explicou as principais diferenças entre as TVs privadas, estatais e públicas. Detalhou também a importância de cada uma delas e os problemas enfrentados.</p>
<p style="text-align:justify;">As TVs estatais são muito importantes porque mostram os atos dos ministros e do governo. &#8220;A função dessas TVs é aproximar a população do que acontece com o governo federal. É mostrar tudo o que se passa com os três poderes, tanto o executivo, o legislativo e o judiciário&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">O maior enfoque da palestra ministrada por Angélica foi relevância da TV pública. Segundo ela, a TV pública do Brasil hoje encontra-se nas mãos do governo e passa por problemas financeiros. Infelizmente ainda atinge uma pequena parcela da população brasileira. Aqui no Paraná apenas alguns programas vão ao ar na TV Cultura.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;As pessoas precisam saber que não precisam ver propaganda na televisão a cada 15 minutos. Não precisam assistir comerciais que manipulam o jovem desde cedo. O cidadão tem direito à escolha de, por exemplo, não aceitar isso&#8221;.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/111/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/111/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/111/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=111&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>José Luiz Braga constata retorno sobre a mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 19:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Schoenherr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como foi...]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras e Palestrantes]]></category>
		<category><![CDATA[quarta-feira 1º/10]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao conversar sobre a mídia com o professor e pesquisador José Luiz Braga, fazemos parte do sistema de resposta social. Essa é uma das lições que se pode levar da palestra que Braga proferiu na noite dessa quarta-feira, no Auditório Edla Van Steen, no Bloco 1, da UniBrasil, como parte do II Ciclo de Debates [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=99&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://andardacritica.files.wordpress.com/2008/10/braga2008_unibrasil.jpg"><img class="size-medium wp-image-100 alignright" style="margin-left:20px;margin-right:20px;" title="José Luiz Braga na UniBrasil" src="http://andardacritica.files.wordpress.com/2008/10/braga2008_unibrasil.jpg?w=291&#038;h=300" alt="Braga detalhou a existência de uma critica social sobre a midia" width="291" height="300" /></a>Ao conversar sobre a mídia com o professor e pesquisador José Luiz Braga, fazemos parte do sistema de resposta social. Essa é uma das lições que se pode levar da palestra que Braga proferiu na noite dessa quarta-feira, no Auditório Edla Van Steen, no Bloco 1, da UniBrasil, como parte do II Ciclo de Debates Sobre Jornalismo Novas Produções Universitárias, que nessa edição teve como tema &#8220;O Andar da Crítica – Atuações Qualificadas Sobre a Mídia&#8221;.<a title="José Luiz Braga na UniBrasil" href="http://www.unibrasil.com.br/noticias/detalhes.asp?id_noticia=3767"> Leia mais&#8230;</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">José Luiz Braga é professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos (RS). Entre suas obras estão &#8220;O Pasquim e os anos 70: mais pra eba que pra oba&#8221; (UNB) e &#8220;A Sociedade Enfrenta a Sua Mídia: dispositivos sociais de crítica midiática&#8221; (Paulus) &#8211; leia resenha a seguir.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-99"></span><br />
<strong>Enfrentar a Mídia: Possibilidades da Crítica Especializada e da Sociedade</strong></p>
<p>por Henrique Fendrich</p>
<p style="text-align:justify;">Uma das impressões que se tem ao ler a obra &#8220;A Sociedade Enfrenta a Sua Mídia &#8211; Dispositivos Sociais de Crítica Midiática&#8221; (Paulus/2006), de José Luiz Braga, é a de que dificilmente certos antagonismos serão capazes de explicar com clareza os processos da mídia. E, de fato, o autor nos mostra que divisões clássicas como &#8220;apocalípticos e integrados&#8221;, cujo sentido existe desde a Grécia Antiga, passando por &#8220;mídia&#8221; e &#8220;sociedade&#8221; e, mais especificamente, a &#8220;produção&#8221; e &#8220;recepção&#8221; não são suficientes para que se compreenda as relações midiáticas em sua totalidade. Ao contrário, elas poderiam apenas confortar opiniões. O autor propõe uma perspectiva diversa, que busca interligar esses pólos opostos através da criação de um outro: o sistema de respostas sociais, ou o &#8220;sistema de interação social sobre a mídia&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Através desse sistema, seria possível também avançar no conhecimento da crítica, um dos retornos possíveis. Esse terceiro campo proposto por Braga, indo além da produção e da recepção, abriga as respostas que a sociedade gera depois de receber o que foi produzido. Em suma, aquilo que se conversa sobre o que se consome. As pesquisas, de um modo geral, tendem a se concentrar na produção ou na recepção. Com o sistema de respostas sociais, seria possível unificar essas estruturas, colocando-as em um mesmo patamar de importância e facilitando o estudo das articulações entre eles. Dessas interações, é possível desenvolver o pensamento crítico na sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando a sociedade fala sobre a mídia, ela também seria capaz de fazer a crítica &#8211; que, portanto, não se restringe ao ambiente jornalístico ou acadêmico. Uma conversa de bar sobre a mídia, nesse sentido, também seria considerada crítica. A consciência da existência da crítica de sociedade, que não é melhor nem pior que as críticas especializadas, chama a atenção para a influência que ela é capaz de causar para as outras críticas e para os produtos midiáticos.</p>
<p style="text-align:justify;">Também se usa a própria mídia para dar respostas aos seus processos. Braga desmistifica a opinião de que, para se fazer uma crítica da mídia com qualidade, é preciso se distanciar da produção midiática. Agindo dessa maneira, a possibilidade da crítica em produzir efeitos nos usuários daquilo que é criticado se torna muito menor. Os primeiros capítulos do livro são utilizados para situar o leitor dentro da nova perspectiva teórica que o pesquisador propõe, ressaltando as possibilidades que ela abre na própria sociedade &#8211; e fornecendo maior conhecimento crítico ao leitor. Braga também enuncia os critérios que lhe servirão de base, e então, na segunda parte do livro, analisa as especificidades de seus objetos empíricos, que, nesse caso, são alguns dispositivos de crítica existentes. São feitas esmiuçadas análises sobre a resposta social encontrada em cartas de leitores, em colunas de ombudsman dos jornais, em críticas jornalísticas de cinema e de televisão, no site &#8220;Observatório da Imprensa&#8221;, nos livros de Ricardo Noblat &#8220;A Arte de Fazer um Jornal Diário&#8221;, de Arlindo Machado &#8220;A Televisão Levada a Sério&#8221; e de Luis Nassif &#8220;O Jornalismo nos Anos 90&#8243;, além do site &#8220;Ética na TV&#8221; e nas próprias notícias sobre a mídia.</p>
<p style="text-align:justify;">Com essa gama de dispositivos de crítica midiática (que o autor faz questão de ressaltar que é uma parcela muito reduzida das possibilidades), Braga analisa atentamente os pontos de vistas, as tensões, os objetivos, os procedimentos, os critérios e as interlocuções de cada um, verificando se aquilo a que se propõem enquanto crítica é de fato o que está representado no dispositivo (e pode-ser ver que algumas vezes não é o que acontece). A existência desses dispositivos, a despeito da sua produtividade, já é uma comprovação de que a sociedade enfrenta a sua mídia. Braga constata, além da diversidade de perspectivas nas respostas sociais analisadas, que há uma pluralidade tão grande de mecanismos de enfrentamento que bastaria que aqueles já existentes fossem melhor utilizados para que a sociedade pudesse refletir e aprender mais sobre os processos midiáticos.</p>
<p style="text-align:justify;">Essas reflexões se tornam ainda mais importantes se percebemos os efeitos que uma boa crítica pode causar na sociedade. Um texto crítico que busque orientar mais do que fazer julgamentos pessoais, contribui para que a população entenda os processos daquilo que está sendo criticado e, assim, se torne mais exigente quanto a eles. A crítica da sociedade seria capaz de, a longo prazo, modificar aspectos da própria produção &#8211; que, analisando o grau de exigência, tenderia a criar produtos midiáticos mais qualificados. É de grande relevância, portanto, que se busque a crítica da crítica especializada, como Braga faz em seu livro, para que ela não se preocupe apenas em conceituar os produtos como bons ou ruins, nem faça julgamentos meramente impressionistas ou fortemente indignados. A capacidade produtiva nesses casos se torna bastante reduzida, e não se contribui para a aprendizagem da população diante do que está sendo objeto da crítica. Na medida em que se fornece conhecimento &#8220;pedagógico&#8221;, a crítica é capaz de estimular as próprias percepções de quem a recebe, alimentando o debate e a conseqüente busca pelo aperfeiçoamento. Ao invés de dar respostas definidas, a crítica deve buscar colocar perguntas na cabeça do usuário, estimulando a crítica da sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Em meio a essas questões que permeiam o seu livro, Braga lembra também que esse sistema de interação sobre a mídia ainda é bastante preliminar no Brasil, em especial no que se refere a crítica de televisão &#8211; que corre o risco de ser excessivamente moralista e, portanto, pouco produtiva aos usuários. O estudo da crítica midiática não é importante apenas em termos de conhecimento e de pesquisa. As abordagens de Braga, se levadas em consideração, são capazes de, no mínimo, aperfeiçoar nossa relação com os meios de comunicação. Nesse sentido, os debates sobre a mídia deveriam acontecer em freqüência e profundidade muito maiores do que habitualmente acontece, para então amenizarmos alguns dos reflexos a que fomos levados devido a uma baixa valorização da educação.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/99/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=99&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>José Luiz Braga defende abordagem diferenciada sobre crítica</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 10:49:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Schoenherr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palestras e Palestrantes]]></category>

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		<description><![CDATA[por Henrique Fendrich Como parte do II Ciclo de Debates sobre Jornalismo e Novas Produções Universitárias, que nessa edição tem como tema &#8220;O Andar da Crítica: Atuações Qualificadas Sobre a Mídia&#8221;, a Unibrasil promove nessa quarta-feira (1º/10) uma palestra, aberta ao público, com o professor José Luiz Braga, da Unisinos/RS. Braga é um dos maiores [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=93&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Henrique Fendrich</p>
<p style="text-align:justify;">Como parte do II Ciclo de Debates sobre Jornalismo e Novas Produções Universitárias, que nessa edição tem como tema &#8220;O Andar da Crítica: Atuações Qualificadas Sobre a Mídia&#8221;, a Unibrasil promove nessa quarta-feira (1º/10) uma palestra, aberta ao público, com o professor José Luiz Braga, da Unisinos/RS. Braga é um dos maiores pesquisadores brasileiros em crítica midiática Em 2006, ele lançou o livro &#8220;A Sociedade Enfrenta Sua Mídia &#8211; Dispositivos Sociais de Crítica Midiática&#8221; (Paulus).<span id="more-93"></span></p>
<p style="text-align:justify;">O conceito que Braga atribui à crítica vai muito além daquele texto que sai em jornal ou revista, comentando livros, discos ou filmes. Também vai além da crítica que se faz por meio trabalhos universitários. O que o professor defende é a existência de um terceiro grupo, responsável pelo abordagem inédita em sua pesquisa: &#8220;Trata-se das críticas feitas por todos os setores sociais&#8221;. As pessoas conversam sobre o que consomem e, dessa forma, seriam capazes de &#8220;enfrentar&#8221; a mídia &#8211; o que nem sempre significa se opor, mas reagir criticamente em relação a ela.</p>
<p style="text-align:justify;">A existência de outros tipos de crítica não significa que uma tenha mais valor que outra. &#8220;É claro que os três ambientes, crítica jornalística, acadêmica e de sociedade, se mesclam e podem se apoiar mutuamente&#8221;. A aproximação das críticas é inclusive incentivada por Braga: &#8220;Um bom caminho de produtividade da crítica seria justamente ampliar o diálogo entre as críticas da sociedade e as críticas especializadas&#8221;. Os comentários críticos da imprensa e da universidade poderiam, então, ajudar a aperfeiçoar a crítica da sociedade, facilitando a sua aprendizagem sobre a produção e a criação da mídia. Esses aspectos deverão ser abordados durante a palestra na Unibrasil, quarta-feira às 19 horas no auditório do Bloco 1 da faculdade.</p>
<p style="text-align:justify;">Braga entende que a crítica especializada deve auxiliar na orientação da população, mas sem procurar convertê-la. &#8220;Uma boa crítica deveria também contribuir para ‘ir além do julgar&#8217;. E mais ainda, ir além de fazer ‘acreditar no crítico&#8217;&#8221;. Não se espera, portanto, que o crítico fique com a última palavra, mas que auxilie o debate na sociedade, buscando o seu aperfeiçoamento. Para conseguir isso, Braga diz que não é necessário fazer críticas eruditas ou pretensiosas: basta trabalhar os produtos e os processos que serão criticados com inteligência e simplicidade. &#8220;E, se possível, ironia&#8221;. Para tornar a crítica compreensível a um maior número de pessoas, o ideal seria buscar falar a língua daquelas que não estão habituadas com o tema &#8211; e assim, fornecer a elas conhecimento para que reflitam sobre a mídia.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas os dispositivos de crítica hoje no Brasil são vistos como pouco abrangentes, e as discussões como muito superficiais. Essa situação seria reflexo da baixa valorização da educação no país. E para modificá-la, o professor diz que é preciso gerar mais debates televisuais e radiofônicos que discutam a mídia e seus processos. Dessa forma, a população teria mais condições de compreender e então criticar a produção midiática, indo além das tradicionais classificações &#8220;bom ou ruim&#8221;. Braga cita o exemplo do programa &#8220;Profissão Repórter&#8221;, da Rede Globo, que acredita mostrar de um modo interessante como se faz determinado tipo de reportagem, embora não seja o que habitualmente se chama de crítica. &#8220;Um público geral que aprenda tais processos pode passar a ser mais exigente quanto ao que sua mídia lhe oferece, pode ser mais crítico e interpretar com mais rigor&#8221;. Assim, a crítica da sociedade ganharia em profundidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Um problema detectado pelo professor é justamente a separação das críticas em dois grupos bem definidos: aqueles que defendem determinado produto, e aqueles que são contrários a ele. Braga diz que esse comportamento tem pouca capacidade produtiva. Essa divisão seria ainda mais visível nas mídias recentes, ainda em evolução, como a internet. &#8220;As críticas tendem a ser mais maniqueístas. Ou tudo é bom, as ‘novas mídias&#8217; nos salvarão, ou tudo é mau, as ‘novas mídias&#8217; estão destruindo a sociedade&#8221;. Essa crítica tende a evoluir com o tempo, conforme os meios consigam se estabilizar. A partir daí, a tendência é se concentrar em produtos específicos, fazendo críticas mais qualitativas e com menos julgamentos pessoais.</p>
<p style="text-align:justify;">Da mesma forma, existe o risco de fazer uma crítica que é &#8220;mera denúncia indignada&#8221;. Isso seria visível na crítica de televisão, por exemplo, no momento em que se critica o uso excessivo de cenas de sexo ou de violência. Embora essas características devam ser consideradas criticamente, a indignação com que são tratadas pode levar, segundo Braga, a críticas conservadoras e intolerantes, que buscam primeiro &#8220;pregar aos convertidos&#8221;, e não estimulam o debate na sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Em sua palestra na Unibrasil, Braga deve ressaltar a importância dos profissionais de mídia em &#8220;oferecer produtos que respeitem a inteligência dos usuários &#8211; e que estimulem sua percepção do mundo e dos processos político-sociais e culturais&#8221;. Nesse sentido, entender as críticas de sociedade seria algo fundamental para refletir sobre os processos da crítica especializada.</p>
<p style="text-align:justify;">Serviço &#8211; Palestra &#8220;A Sociedade Enfrente a Sua Mídia&#8221;<br />
Professor Dr. José Luiz Braga (Unisinos/RS)<br />
Dia: 1º/10/2008<br />
Horário: 19h<br />
Local: Auditório do Bloco 1 da Unibrasil<br />
Endereço: Rua Konrad Adenauer 442, Tarumã, Curitiba.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/93/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=93&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Folquening prevê danos de pequena monta</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 03:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Schoenherr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda-feira 29]]></category>

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		<description><![CDATA[por Narley Resende Enquanto os alunos aguardavam a chegada do convidado do primeiro colóquio do II Ciclo de Debates, o quadrinista André Caliman, quem roubou a cena  foi o professor, jornalista e escritor Victor Folquening. “E isso que eu nem tirei a roupa”, disse o professor, arrancando gargalhadas de quem o ouvia. Victor falava sobre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=88&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">por Narley Resende</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto os alunos aguardavam a chegada do convidado do primeiro colóquio do II Ciclo de Debates, o quadrinista André Caliman, quem roubou a cena  foi o professor, jornalista e escritor Victor Folquening. “E isso que eu nem tirei a roupa”, disse o professor, arrancando gargalhadas de quem o ouvia. Victor falava sobre suas experiências no ramo do jornalismo, quando revelou a intenção de escrever um novo livro em parceria com o também jornalista Dimitri do Valle. <span id="more-88"></span></p>
<p style="text-align:justify;">O projeto do livro, com nome ainda provisório, &#8220;Danos de pequena monta &#8211; reportagens sobre gente que nunca é notícia&#8221;, deve reunir diversas matérias produzidas por eles, incluindo reportagens como “Miserável passa por &#8216;invisível&#8217; na rodoviária” (publicada na edição de 10 de agosto de 1999 no jornal Gazeta do Povo) em que Victor tornou-se objeto da reportagem disfarçando-se de mendigo para mostrar como órgãos da prefeitura de Ponta Grossa exportavam pessoas “indesejáveis” para outras cidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Em meio a saga, Victor deparou-se, já na rodoviária de Curitiba, com o então prefeito de Londrina Antonio Belinati, que depois de importunado pelo suposto mendigo, deu-lhe uma nota de um real que estava entre tantas outras em seu bolso. Outro tema abordado na reportagem foi a forma como o serviço social de Curitiba ignorava pessoas sem documento. Tendo em vista a repercussão da matéria na época, foi publicada, dias depois, outra  do mesmo gênero, também produzida por Victor, em que mostra a forma como ciganos sofrem com a falta de documentos pois abdicam do “número de série” como filosofia de vida.</p>
<p style="text-align:justify;">No Brasil, o caso mais famoso da prática de investigação jornalística adotada por Victor foi  usada por José Hamilton Ribeiro, que com a técnica do disfarce procurou desvendar a realidade de operários do ABC paulista. </p>
<p style="text-align:justify;">Folquening, que teve seu livro, “O jornalismo é um Humanismo” no primeiro lugar na lista dos mais vendidos da área de comunicação em 2003, ainda não sabe quando irá concluir seu novo projeto, mas já deixou boas impressões para os alunos que buscam na ousadia e criatividade uma opção para satisfazer seus anseios profissionais.               </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/88/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=88&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Alguém tem que botar o pão na mesa</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 03:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Schoenherr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Segunda-feira 29]]></category>

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		<description><![CDATA[por Silwana Vicente   A segunda-feira (29) iniciou mais risonha para os alunos de Jornalismo do quarto período da Unibrasil. Os estudantes chegaram à faculdade para entrevistar André Calinan, quadrinhista da Revista Avenida e foram surpreendidos com uma mesa farta.  Bernadete Di Stefano, do 8º período, levantou às 7h e foi às compras. Quando os alunos entraram [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=85&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;margin:0;">por Silwana Vicente</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">A segunda-feira (29) iniciou mais risonha para os alunos de Jornalismo do quarto período da Unibrasil. Os estudantes chegaram à faculdade para entrevistar André Calinan, quadrinhista da Revista Avenida e foram surpreendidos com uma mesa farta.  Bernadete Di Stefano, do 8º período, levantou às 7h e foi às compras. Quando os alunos entraram na Caverna, a mesa de café da manhã já estava posta.<span id="more-85"></span> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">No cardápio, o tradicional pão francês, queijo, presunto, pão de queijo, bolachas de polvilho, bolacha de chocolate, sonho, suco (de maça, pêssego, uva), café, bolos e muito mais. A confraternização promovida pela organização do evento foi animada, todos estavam bem dispostos. Contou com a presença da coordenadora do curso de Jornalismo Maura Martins, com o coordenador Técnico de Rádio e Televisão Alex Wolf e o coordenador de Rádio e TV Victor Folquening. Durante o café os alunos fizeram uma bate papo e Victor contou um pouco sobre sua experiência jornalística até o real entrevistado chegar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/85/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=85&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Presenças cavernosas disputam o café</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 03:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Schoenherr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como foi...]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda-feira 29]]></category>

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		<description><![CDATA[por Suzane Skroch O II Ciclo de Debates sobre Jornalismo e Novas Produções Universitárias, das Faculdades Integradas do Brasil,  teve início na manhã de segunda-feira (29), com café da manhã, na Caverna do bloco 2. Estiveram presentes os estudantes do quarto período da manhã e os professores Maura Martins, Victor Emanuel Folquening, Felipe Harmata Marinho e Rafael Schoenherr. Do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=80&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">por Suzane Skroch</p>
<p style="text-align:justify;">O II Ciclo de Debates sobre Jornalismo e Novas Produções Universitárias, das Faculdades Integradas do Brasil,  teve início na manhã de segunda-feira (29), com café da manhã, na Caverna do bloco 2. Estiveram presentes os estudantes do quarto período da manhã e os professores Maura Martins, Victor Emanuel Folquening, Felipe Harmata Marinho e Rafael Schoenherr. Do oitavo período, turma responsável em trazer convidados e organizar o evento, compareceram as estudantes Bernadette Di Stefano &#8211; responsável pela confraternização - e Gabriela Siqueira, coordenadoras de atividades culturais. O diretor do Grupo de Teatro Unibrasil, Alex Wolf, também marcou presença.<span id="more-80"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Ao final do café da manhã, rolou um bate papo entre Bernadete Di Stefano, Aparecida Regiane, Giliardi Anderson, Lucas Laranjeira, Silwana Vicente, Robério Marcolino e o professor Folquening, que comentou aos alunos seus projetos e experiências profissionais. Em uma delas (inclusive a que resultou na primeira reportagem em primeira pessoa da Gazeta do Povo ) fingiu ser andarilho. &#8221; Fiquei três dias sem tomar banho, deixei a barba crescer e fiz gargarejo com pinga&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Após o café, houve uma coletiva de imprensa, no bloco cinco, com o quadrinista André Caliman, que trabalha na área há três anos e atua na Revista Avenida, gibi que possui circulação em todo o país, trimestralmente. &#8220;Nas histórias, quisemos fugir desse negócio de super-herói. O personagem é baseado no meu pai&#8221;, afirmou Caliman.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/80/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=80&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Bolo de laranja na manhã do Laranjeira</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 02:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Schoenherr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como foi...]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda-feira 29]]></category>

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		<description><![CDATA[por Lucas Laranjeira O dia começou atípico. Olhei rapidamente para a sala de aula enquanto ia para o laboratório de informática e vi que as luzes estavam apagadas. Pensei, estão todos no computador. Quando chego lá no terceiro andar, não vejo uma cabeça na janelinha das salas. Estranhei chegar atrasado, como de costume, e não haver ninguém [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=75&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Lucas Laranjeira</p>
<p style="text-align:justify;">O dia começou atípico. Olhei rapidamente para a sala de aula enquanto ia para o laboratório de informática e vi que as luzes estavam apagadas. Pensei, estão todos no computador. Quando chego lá no terceiro andar, não vejo uma cabeça na janelinha das salas. Estranhei chegar atrasado, como de costume, e não haver ninguém por lá. Voltei para o térreo e fiquei esperando alguém aparecer. Logo o pessoal da sala foi chegando e nada do Rafael. Até fiz um lanche para aproveitar o tempo, goiabinha e água de côco.<span id="more-75"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Depois fui até a coordenação e vi o professor com umas sacolas na mão entrando na caverna. Se soubesse que ele viria munido de comida para a faculdade teria deixado meu lanche para lá. Chegamos na caverna e vi uma bela mesa de café se formando, aquilo sim é confraternização, admito que fui um dos protagonistas da mesa - é a fome né. Reunimos alunos, também as meninas do 8º período, professores e coordenadores. Houve até um parabéns para o Felipe. A garrafa de café que veio da sala dos professores não deu nem para o cheiro, ainda bem que tinha suco de soja por lá, colaborando com os transgênicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao final da reunião ainda ouvimos contos do mendigo Victor. Depois chegou o motivo da reunião, André, da revista em quadrinhos ou HQ Avenida, cara gente boa. Para fazer a nossa coletiva de imprensa fomos até o café do bloco 5. Lá foi mais tranquilo, quase vazio, a não ser por duas meninas da biomedicina que ficaram olhando com cara de espanto aquela roda viva. Elas até foram embora.</p>
<p style="text-align:justify;">A coletiva foi legal, a hora em que o entrevistado se empolgou com as perguntas o repertório dos quase jornalistas já estava esgotado. Ainda encaixamos mais umas questões, mas tivemos que parar, não pelo final da aula, pois ainda sobravam alguns minutos, mas porque a moça do café queria limpar o estabelecimento. Acabei comprando uma revista do André, o Narley trocou a revista dele por pão-de-mel.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/75/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=75&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bate-papo sobre HQ abre o II Ciclo</title>
		<link>http://andardacritica.wordpress.com/2008/09/29/bate-papo-sobre-hq-abre-o-ii-ciclo/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 01:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Schoenherr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda-feira 29]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma conversa sobre histórias em quadrinhos e sobre a produção cultural impressa em Curitiba abre oficialmente as atividades do II Ciclo de Debates do curso de Jornalismo na UniBrasil, na manhã de segunda-feira (29), às 10h, na cantina do Bloco 1. Representantes da revista Avenida participam do colóquio com estudantes e professores. Antes disso, a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=70&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Uma conversa sobre histórias em quadrinhos e sobre a produção cultural impressa em Curitiba abre oficialmente as atividades do II Ciclo de Debates do curso de Jornalismo na UniBrasil, na manhã de segunda-feira (29), às 10h, na cantina do Bloco 1. Representantes da revista Avenida participam do colóquio com estudantes e professores. Antes disso, a organização oferece café de confraternização na Caverna Jornalista José Hamilton Ribeiro. Outras informações sobre a Avenida estão em: <a href="http://www.avenidahq.com/">http://www.avenidahq.com/</a> e <a href="http://projetoavenida3.blogspot.com/">http://projetoavenida3.blogspot.com/</a>. Os autores serão entrevistados pelos repórteres do jornal-laboratório Capital da Notícia Zona Leste Online.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Revista Avenida 03" src="http://www.avenidahq.com/projeto/Avenida3_P01.jpg" alt="" width="378" height="556" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-70"></span>A revista, independente, é produzida pelos quadrinhistas André Caliman, Rui Silveira e Wellington Marçal, com a proposta inovadora de mostrar a visão de cada um deles em histórias passadas na fictícia avenida. Vale a pena conhecer!</p>
<p>Gabriela Siqueira (8JOAD)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/70/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=70&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Professor</media:title>
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			<media:title type="html">Revista Avenida 03</media:title>
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		<title>Jornalismo Público como missão</title>
		<link>http://andardacritica.wordpress.com/2008/09/28/jornalismo-publico-como-missao/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 17:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Schoenherr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palestras e Palestrantes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Acho que não é suficiente para o jornalismo apenas retratar a realidade. É preciso que [os jornais] participem da história. Que intervenham na sociedade&#8221;. É dessa forma que o jornalista Eloir Rorigues entende e busca fazer jornalismo no interior do Paraná. Como Diretor de Redação do Jornal da Manhã, em Ponta Grossa, implantou novo projeto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=58&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">&#8220;Acho que não é suficiente para o jornalismo apenas retratar a realidade. É preciso que [os jornais] participem da história. Que intervenham na sociedade&#8221;. É dessa forma que o jornalista Eloir Rorigues entende e busca fazer jornalismo no interior do Paraná. Como Diretor de Redação do Jornal da Manhã, em Ponta Grossa, implantou novo projeto gráfico e editorial em meados do ano passado, calcado no que denomina &#8220;jornalismo público&#8221;.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 535px"><img title="Projeto Vamos Ler, do Jornal da Manhã, leva crianças à redação." src="http://www.jmnews.com.br/portal/upload/JMNEWS/noticias/jpg_foto3365_mh750_mv600.jpg" alt="" width="525" height="361" /><p class="wp-caption-text">Foto: Hugo Harada (JM)</p></div>
<p style="text-align:center;"><span id="more-58"></span></p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;">A proposta levou o jornal a sustentar o espaço de ombudsman (inédito no jornalismo paranaense), uma crítica aos materiais jornalísticos veiculada aos domingos no primeiro caderno. O primeiro jornalista a assumir a função foi o professor Dr. Sérgio Luiz Gadini, da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Após um ano de ouvidoria (origem da palavra sueca ombudsman), passou o cargo para a jornalista e professora Elaine Javorski.</p>
<p style="text-align:justify;">Eloir Rodrigues abre o II Ciclo de Debates sobre Jornalismo e Novas Produções Universitárias, segunda-feira (29/09), às 19h na UniBrasil. Esta edição do evento discute &#8220;O Andar da Crítica: atuações qualificadas sobre a mídia&#8221;. Confira abaixo entrevista da estudante do curso de Jornalismo, Jackqueline Romão, com Eloir Rodrigues.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O que é jornalismo público?</strong><br />
É uma linha de jornalismo que surgiu nos Estados Unidos na década de 80 com o nome de jornalismo cívico. Esta prática jornalística tem como foco principal o cidadão. Na proposta de jornalismo público os meios devem estar engajados em favor de causas e interesses comunitários.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quais são os princípios do jornalismo público?<br />
</strong>O princípio deste jornalismo está em inverter a lógica da Agenda Setting, em que os meios pautam o que a comunidade vai falar. É preciso saber o que a comunidade quer discutir, e para isso é essencial fazer uma pesquisa pública, para poder filtrar os temas de interesse da comunidade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Qual a maior diferença entre o jornalismo público e o jornalismo tradicional?<br />
</strong>No jornalismo tradicional normalmente os meios são pautados pelos interesses comerciais e políticos, pois são empresas que têm muitos gastos. Por exemplo, o jornal impresso tem que pagar o papel, a impressão, os funcionários, entre outras despesas. Assim como as demais empresas, o jornal também precisa sobreviver no mercado. No jornalismo público isto também acontece, mas as pautas não priorizaram os interesses comerciais. Convém lembrar que, apesar desta diferença, o jornalismo público segue as bases éticas do jornalismo tradicional.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Qual é o desafio do jornalismo público?<br />
</strong>Existe um grande desafio. No jornalismo há a ambivalência. De um lado o jornalismo que promove atividade cultural, que produz conhecimento, que faz o intermédio de conhecimentos, que influencia a sociedade. E hoje nós estamos muito expostos às mídias. Acompanhamos pelo rádio, pela TV, pelos impressos e pela internet. Do outro lado temos o caráter comercial, que segue a lógica capitalista, que tem que faturar para bancar os custos. O desafio consiste em equilibrar isso tudo. Pensar numa forma de ser de interesse público e ao mesmo tempo interessar para a publicidade. Acho que é possível, pois a partir do momento que o meio vira referência e ganha credibilidade com o público, automaticamente vem a inserção no mercado.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Como é feita a aproximação com a comunidade?<br />
</strong>No Jornal da Manhã criamos canais de diálogos direto com o leitor. Temos espaço para colunistas e também para blogs. A intenção é transformar nosso espaço em referência em discussões sobre assuntos da cidade. O portal passa a ser um fórum de discussões. Para maior participação do nosso leitor fazemos uma enquete diária no portal. Além disso, o JM promove projetos de ações que interferem diretamente na comunidade. Um deles mobiliza, uma vez por semana, 3 mil alunos. Eles recebem o jornal e os professores trabalham a leitura crítica com eles. Dessa forma, estamos incentivando a educação, na formação de leitores críticos. O JM também recebe crítica profissional. O jornal foi o primeiro do Paraná a ter ombudsman. Os critérios para a contratação desses jornalistas são: ter formação acadêmica, experiência de mercado e bom senso, porque para fazer a análise o jornalista precisa estar ciente do equilíbrio da linha do jornalismo público. Com este trabalho temos uma visão crítica profissional da nossa produção.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O meio digital pode auxiliar na tendência para a prática do jornalismo público?<br />
</strong>O meio jornal impresso vive um momento de crise existencial. Há muitas discussões avançadas. Esta semana estive num congresso em São Paulo que reuniu jornais de todo o país. Ainda não se sabe qual será o futuro dos jornais impressos. Pode ser que daqui a 20 anos ele ainda exista. Ou então pode ser que migre para plataforma digital. O fato é que, o meio digital é uma tendência mundial, e com as inúmeras possibilidades de interação, fica mais fácil de praticar o jornalismo público.</p>
<p>Confira o Jornal da Manhã em <a href="http://www.jmnews.com.br">www.jmnews.com.br</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/58/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=58&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Professor</media:title>
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			<media:title type="html">Projeto Vamos Ler, do Jornal da Manhã, leva crianças à redação.</media:title>
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		<title>Jornalismo em novos tempos</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 20:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Schoenherr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira artigo sobre crítica de mídia da professora e coordenadora do curso de Jornalismo da UniBrasil, Maura Martins, publicado na Gazeta do Povo. Jornalismo em novos tempos (Gazeta do Povo, 25/09/08)<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=54&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Confira artigo sobre crítica de mídia da professora e coordenadora do curso de Jornalismo da UniBrasil, Maura Martins, publicado na Gazeta do Povo. <a title="Jornalismo em novos tempos" href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=811440&amp;tit=Jornalismo-em-novos-tempos">Jornalismo em novos tempos (Gazeta do Povo, 25/09/08)</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/andardacritica.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/andardacritica.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/andardacritica.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/andardacritica.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/andardacritica.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/andardacritica.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/andardacritica.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/andardacritica.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/andardacritica.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/andardacritica.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/andardacritica.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/andardacritica.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/andardacritica.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/andardacritica.wordpress.com/54/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=andardacritica.wordpress.com&amp;blog=4884804&amp;post=54&amp;subd=andardacritica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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